Suplentes vão votar? Judiciário diz que sim, Legislativo diz que não
Para que não haja interferência de envolvidos no processo de votação na Câmara contra Roberto Luciano, o Ministério Público faz uma recomendação expressa para que Luiz Smargiasse Filho, o Didinho, Mauri de Almeida Palos e Tânia Maria Nobile Rolim não participem das votações, e que em seus lugares votem seus suplentes imediatos.
Os dois primeiros são réus e a vereadora é a denunciante. A Câmara diz que analisou junto à assessoria jurídica e não consta no regimento interno que os suplentes votem neste caso. O Judiciário ameaça, proibindo Mauri e Didinho de votarem, sob pena da Câmara ser novamente citada criminalmente.
Na polêmica reunião de quinta-feira o líder do Executivo na Câmara, Durvalino Gôngora de Jesus, foi taxativo em dizer que os suplentes não vão votar, mas sim os titulares de suas cadeiras.
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