Instituto Cultural Elias José esclarece que não recebeu R$ 89 mil
Nota de esclarecimento à imprensa:
Nós, do Instituto Cultural Elias José – ICEJ, gostaríamos de esclarecer matéria publicada na imprensa local (Correio Sudoeste e Folha do Povo, a quem pedimos direito de resposta), que relata o recebimento de R$89.000,00 pelo ICEJ, através da Lei de Incentivo à Cultura Federal, com o apoio do deputado estadual Antônio Carlos Arantes. Vamos às correções:
1. O ICEJ foi agraciado com a LEI DE INCENTIVO À CULTURA ESTADUAL – MG, e não Federal. O projeto de trabalho do ICEJ foi aprovado pela Comissão Técnica de Análise de Projetos. Através da Lei, fica apto a procurar apoio financeiro junto ao empresariado estadual, que será abatido no pagamento do ICMS da empresa apoiadora. E, o valor exato da captação de recurso é de R$111.000,00.
2. A redação e a revisão do projeto foi feita e encaminhada por Carolina Borges, coordenadora geral do Instituto Elias José.
3. No momento, Silvia Monteiro Elias, presidente da instituição e viúva do escritor Elias José, juntamente com alguns poucos voluntários, tem marcado reuniões com empresários locais para expor as vantagens de ser um apoiador do ICEJ, mas tem encontrado dificuldade e resistência nessa captação, pelo desconhecimento do funcionamento da lei e por não termos muitas empresas que se enquadrem no perfil permitido pela lei.
4. O ICEJ não possui uma “biblioteca ambulante”, como foi publicado. Dentro da instituição existe o Grupo Passarim, de contadores de história. Esse grupo foi contratado, através de sua coordenadora artística, Vanessa Marques, pela prefeitura municipal da cidade de São Paulo, para se apresentar no Ônibus Biblioteca. Foram 9 apresentações, no mês de março, em bairros periféricos das zonas norte, sul e leste da cidade. Os três integrantes do grupo receberam cachê para realizar as apresentações. Desse valor foi retirada uma porcentagem para o ICEJ e o restante dividido entre os integrantes para pagamento de meses trabalho de pesquisa e ensaios, figurino e maquiagem, e outras despesas como alimentação, transporte e estadia.
5. O ICEJ continua com suas atividades de ponto de leitura, contação de histórias e oficinas, suspensas por falta de recursos financeiros. Sua fonte de renda se resume às mensalidades pagas por 15 “amigos do instituto”, no valor de R$30,00/mês.
6. O ICEJ assinou um pequeno convênio com a Prefeitura Municipal, no valor de R$4500,00/ano, que vincula essa verba a uma atividade específica de contação de história na Biblioteca Municipal, sendo que esse valor não pode ser utilizado para outro fim.
7. As despesas de água, luz, telefone, entre outras, têm sido pagas por Silvia Monteiro Elias.
8. O ICEJ não tem vínculo com nenhum partido político, é uma entidade completamente independente. E só foi agraciada com tal incentivo por demonstrar grande atividade de atendimento à comunidade, através da formação de novos leitores a partir de atividades lúdicas e educativas.
Através desse esclarecimento, fica o nosso apelo às empresas que têm potencial para nos apoiar. Nossa caminhada está só começando. Somente com a captação desse recurso o Instituto Cultural Elias José poderá retomar suas atividades como ponto de leitura, contação de histórias e oficinas abertas à comunidade guaxupeana.
Silvia Monteiro Elias – Presidente do ICEJ
Carolina Borges – Coordenadora Geral
Vanessa Marques – Coordenadora Artística







SERIA BOM O SR ARANTES TAMBEM ESCLARECER
Raul Santos Seixas, te digo uma coisa meu caro….
“Aqui em Guaxupé, não falta mais cultura para cuspir na estrutura”.